domingo, 17 de maio de 2009

AÇÃO & REAÇÃO

AÇÃO



PALAVRAS DE DESPEDIDA (Versão de 05 Maio 2100 09)
Transcorridos quatro meia-dúzia anos de intenso, empolgante e gratificante efetivo serviço, aos quais acrescento sete outros plenamente vividos como Cadete de Tomaz Coelho, preparo-me para executar os comandos de “embainhar, espada!” e de, “no grupamento da Reserva, em forma!”. Embainharei a réplica do Sabre de Caxias, mas mante-la-ei firmemente empunhada e afiada, a postos para manejá-la no combate a serviço dos dois sagrados compromissos que, como eu, todos os militares juraram atender, o da integral dedicação à Pátria e o do mais absoluto comprometimento com o Exército. Volto-me para o altar de Deus e, em profunda oração, agradeço as copiosas graças com que Ele me protegeu: a saúde para empreender a marcha; a de manter a cadência firme e o passo certo; a de estar permanentemente coberto, alinhado e imóvel; a de ter-me permitido assumir compromissos e responsabilidades cada vez mais elevadas e tantas outras. Invoquei-O a cada desafio, pedindo Sua ajuda por intercessão de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira do Exército, de cujo altar Caxias, o Duque de Ferro, fazia-se acompanhar durante suas campanhas. Obrigado, meu Senhor e meu Deus! Meu Comandante, muito obrigado por suas palavras amigas e camaradas, mas, sobretudo, por me ter permitido viver intensamente minha derradeira missão no serviço ativo à frente do então Departamento de Ensino e Pesquisa, hoje Departamento de Educação e Cultura do Exército e, portanto, ter sido responsável pela preparação dos recursos humanos de carreira para nossa queridíssima Força Armada. Obrigado por tudo, pelo apoio, prestígio e prioridade irrestritos concedidos ao ensino, aos desportos e à pesquisa no Exército. Para fortalecer o poder de combate da Força, formamos, especializamos, aperfeiçoamos, pós-graduamos e proporcionamos altos estudos militares, capacitando homens e mulheres para todos os escalões hierárquicos, e, por intermédio dos órgãos de formação de oficiais da reserva e do Sistema Colégio Militar do Brasil, preparamos cidadãos líderes para a Nação Brasileira, multiplicadores vitalíciosdos valores transmitidos e praticados no Exército e que, sempre ao nosso lado, haverão de construir o Brasil dos nossos sonhos, mais forte, justo e honesto. O Exército acolheu-me, ainda imberbe, ao matricular-me no Colégio Militar do Rio de Janeiro, em 1956, após ter logrado êxito em exigente concurso de admissão, sem que jamais me tivesse sido exigida a cor da pele dos meus pais, avós e demais ascendentes, ou me tivessem acenado para integrar qualquer tipo de quotas, fossem elas quais fossem. E, tendo-me recebido cadete na Academia, abriu-nos, a mim e à minha mulher, as portas para o convívio amigo da Família Militar, da qual temos recebido manifestações seguidas de apreço, de carinho, de amizade e de fraternidade, ao longo de toda a carreira, em distintos rincões do País e, até mesmo, no exterior. Esta Família é a nossa Família, a qual tanto estimamos. Na AMAN, passei a integrar a Turma IV Centenário da Cidade do Rio de Janeiro, a Turma de 65, cujos eternos cadetes são, passados tantos anos, eternos amigos e camaradas, aos quais tanto prezo e estimo. Sãoirmãos que nem o tempo ou a distância física logrou separar. Reencontro-os e abraço-os, pelo Brasil afora, sempre com imensas e renovadas satisfação e alegria. Volto-me para minha mulher, Maria Helena, meu eterno amor e escalão superior, ainda que, esclareço, superior é verdade, mas não escalão enquadrante. A ela carinho e gratidão. Como ela sempre me disse, digo-lhe agora, “estamos aí!”. Este é, também, o momento de agradecer a toda a família, meus saudosos pais e irmão, e igualmente saudosos sogros. Meus avós, tios, cunhados, sobrinhos, sobrinhos-netos, primos e amigos. Na família sempre encontrei estímulo, compreensão e força. Gente, obrigado! Ao agradecer ao Comandante, reverencio em solene continência, todos os comandantes dos quais recebi constantes exemplos de homens de caráter, de brasileiros de brio e de líderes militares na mais pura acepção deste conceito. Impossibilitado de enumerá-los, sob pena de irreparável omissão, registro meu primeiro comandante na Academia Militar das Agulhas Negras, o, então, General-de-brigada Emílio Carrastazú Médici, exemplo de honestidade, de coragem moral e de audácia. Sob sua liderança, nós da Turma IV Centenário participamos da memorável campanha do Vale do Paraíba, durante as operações militares vitoriosas na Revolução Democrática de 31 de março de 1964, o que me valeu elogio assim consignado em minhas alterações, textualmente, por ter participado do movimento de descomunização do Brasil. Quando Presidente da República, sua popularidade era medida, não por frios indicadores numéricos, mas porprolongados aplausos, espontânea ovação com que era recebido a cada vez que comparecia à tribuna do Estádio do Maracanã. Sendo, pois, Comandante Supremo, sob seu comando nós, os democratas brasileiros, derrotamos o inimigo interno e subversivo durante a Guerra Fria e evitamos que o poder pudesse vir a ser transferido, no Brasil, de irmão para irmão, como recentemente aconteceu em paradisíaca ilha caribenha, vítima remanescente da falecida ditadura marxista. Aos meus comandantes e instrutores, professores e monitores, obrigado por tudo. Nunca serei suficientemente agradecido pelas lições que me transmitiram na caserna verde-oliva e que me fortaleceram o caráter que me havia sido forjado em casa, por meus saudosos pais, Léia e Coronel Silva Castro. No Exército encontrei a escola de valores, de atributos e de exemplos éticos que bem poderiam servir a tantos que freqüentam os noticiários quotidianos. São as demonstrações de honestidade; de probidade; de dedicação aos estudos; de patriotismo; de civismo; de lealdade; de senso do cumprimento do dever; de prática da verdade; de camaradagem; de ascensão profissional fundamentada única e exclusivamente no mérito; de respeito aos interesses da Nação brasileira, acima de quaisquer outros, inclusive os pessoais ou ideológicos; de aversão à corrupção e à demagogia; de cumprir e de fazer cumprir todas as leis, a exemplo daLei Áurea, da Lei do Serviço Militar e da Lei de Anistia, todas as leis, enfim; virtudes como a do pleno cumprimento da palavra empenhada; da solidariedade; e da dignidade. Em resumo, a lição de “Ordem e Progresso!” Expresso, de público, gratidão e agradecimento aos meus comandados de todos os tempos, aos quais procurei servir, sob a inspiração do juramento de “tratar com afeição os irmãos de armas e com bondade os subordinados”. No DEP e no DECEx, muito obrigado Generais Ronald e Arantes, meus vice-chefes. Muito obrigado aos meus assistentes, chefes de gabinete, de assessorias e de seções; muito obrigado aos oficiais, praças e servidores civis do Departamento. Em particular, agradeço ao meu Auxiliar do Estado-Maior Pessoal, que me acompanha desde as montanhas alterosas. Agradeço, ainda, no Estado-Maior Pessoal, aos sargentos auxiliares, aos motoristas e aos taifeiros. E uma mensagem de apreço às bandas de música que sempre me fizeram vibrar e marchar com cadência firme. Que Deus a todos proteja e abençoe, assim como a seus entes queridos. Abraço fraternalmente meus irmãos de armas do Alto Comando do Exército, com os quais muito aprendi sempre que, reunidos, discutimos assuntos do mais elevado interesse da Instituição. Sempre que a eles recorri, encontrei a mão amiga que me ajudou a vencer desafios e a transpor obstáculos. Aos que permanecem nesse elevado órgão de assessoria do Comandante, minha absoluta confiança, certo estou de que haverão de perseverar contribuindo para que o Exército permaneça invicto e vencedor, atendendo aos legítimos anseios da brasilidade e tão-somente aos dela. Expresso minhas gratidão e apreço à Fundação Marechal Trompowski, por seu apoio e ajuda constantes, cujo socorro tanto tem contribuído para minorar a grave escassez de recursos que tem impactado nossos planejamentos e adiado o acalentado sonho de dispor do Exército necessário à segurança e à defesa da Terra de Santa Cruz. Menção particular a todos os generais que me antecederam, não apenas no DEP, mas àqueles com os quais entrarei em forma a partir de agora. Reconhecimento e gratidão aos meus generais diretores e comandantes que, em conjunto com os comandantes, chefes e diretores de organizações militares subordinadas e vinculadas, deram vida ao processo ensino-aprendizagem , aos desportos, às pesquisas e às atividades de preservação e divulgação do riquíssimo patrimônio cultural da Força. Vocês foram perfeitos ao cumprir a diretriz, indispensável nos dias de hoje, de patrulhar e de defender! De defender nossos subordinados e sagradas casernas das investidas constantes do revisionismo histórico brasileiro e das mensagens tão freqüentes contrárias aos valores, às tradições, aos feitos, aos vultos e às lições do Exército de sempre. De patrulhar para que a lepra ideológica fosse mantida bem afastada de nossos currículos,salas de aula e locais de instrução. Os arautos da sarna marxista bem que tentaram, mas foram derrotados por todos nós, que seguimos a ordem do bravo Mallet, em Tuiuti: “eles que venham, por aqui não passarão!”. Meus generais, perseverai no combate, o inimigo é astuto e insidioso, mas capitulará ante nós, como derrotado tem sido até agora. Cuidado, ele procurará afirmar e convencer os inocentes e incautos de que o Exército 2009 é diferente do Exército que os derrotou no passado. Pobres almas, nós somos o Exército de Caxias, uno, coeso, indivisível, merecedor dos elevadíssimos índices de credibilidade que a tantos causam inveja e que em nós fortalecem a auto-estima e o orgulho de sermos soldados verde-olivas. Temos instituições mais do que parceiras, entidades amigas que conosco compartilham ideais. À Marinha e à Aeronáutica, às Forças Auxiliares, às universidades e fundações, aos institutos e academias, ao Clube Militar, demais clubes e personalidades, às associações e conselhos que conosco ombrearam e ombreiam, sou muitíssimo agradecido. General Rui, minha convicção de que, sob seu experiente comando, capacidade profissional e sólido espírito militar, permanecerá o Ensino no Exército cada vez mais sério, reconhecido, validado, organizado, testado, normatizado e absolutamente independente de qualquer órgão estranho à Força. Parabéns por sua recente promoção ao posto máximo da hierarquia e por sua seleção para estar à frente do ensino, das atividades culturais, dos esportes e das pesquisas científicas no Exército. Agradeço as bênçãos e as interseções de Santa Bárbara, padroeira da minha Artilharia. Prestes a executar os comandos de “alto, cessar fogo, mudança de posição!” e de “atracar a palamenta!”, confesso que sentirei intensa saudade das linhas de fogo e do sibilar das granadas na trajetória, quer de Costa, Antiaérea ou de Campanha. Já de algum tempo, preparando-me, tenho realizado sucessivos REOP, reconhecimentos, escolhas e ocupações de posição. Na posição de manobra, estarei referido na vigilância, registrados os elementos da barragem normal. Os artilheiros do Século XXI que me comandem “fogo! ’. A todos que me ajudaram a marchar, genuína e legitimamente fardado, sempre fardado, profunda gratidão por me terem permitido respeitar os superiores hierárquicos, tratar com afeição os irmãos de armas e com bondade os subordinados. Muitíssimo obrigado, meus Comandantes, pares, subordinados, amigos e Família Militar! Até a próxima região de procura de posição. Assumo, agora, a responsabilidade de bater nova zona de fogos. E, desencadeada a eficácia NA, no alvo, transmito a mensagem final: “Aqui General Castro, missão cumprida!” Muito grato.



REAÇÃO


12/05/2009 13:44As estapafúrdias declarações de um generalPor Zé Dirceu Não tenho agravado as declarações... As declarações do general Paulo César de Castro na cerimônia de sua passagem para a reserva superaram todos os parâmetros do razoável e deixam claro que chegamos ao limite. Inclusive pelo apoio indireto que ele recebeu do comandante do Exército, general Enzo Peri, que não teve coragem de reiterar ou condenar as declarações do colega. Enzo Peri veio com essa pérola, que deve ter aprendido com os políticos: "Ele (Castro) encerrou o tempo dele na ativa em 31 de março, quando completou 12 anos como general. Então, fez reminiscências do tempo como cadete. Há fatos históricos, cada um tem o direito de ter sua opinião”. Vamos às declarações do general Castro, que dirigiu por dois anos o Departamento de Educação e Cultura do Exército. Para ele, o golpe militar foi uma “revolução democrática” e o general Emílio Garrastazu Médici "um exemplo" ao qual elogiou por ter, como comandante da Academia Militar de Agulhas Negras, ”participado do movimento de descomunização do Brasil”. O pior foi o apoio do comandante do Exército Para o general Castro, os “arautos da sarna marxista" continuam atuando. Não satisfeito, o general continuou defendendo a missão do atual currículo das escolas militares com a seguinte declaração: "patrulhar para que a lepra ideológica fosse mantida bem afastada dos currículos, salas de aula e locais de instrução.". Ele concluiu seu pronunciamento com uma exortação: "Meus generais, perseverai no combate. O inimigo é astuto e insidioso. Mas capitulará ante nós, como derrotado tem sido até agora". O inimigo somos nós - a democracia, a Constituição, o parlamento, o judiciário, e a sociedade. Todos nós que desde 85 temos redemocratizado o Brasil. Quem tem dúvidas leia a derradeira declaração de guerra do general - "Cuidado: ele (inimigo) procurará afirmar e convencer os inocentes e incautos de que o Exército de 2009 é diferente do Exército que os derrotou no passado. Pobres almas". O general Castro reafirmou, assim, que o Exército, as Forças Armadas - suponho que inclui e assim julga também a Aeronáutica e a Marinha - são as mesmas que deram o golpe de 64. Pelo seu discurso, realmente, na educação e no currículo, base de toda visão política e ideológica dos oficiais militares, não devemos ter dúvida de que sim. 12/05/2009 13:43Desobediência e indisciplina nas Forças ArmadasPor Zé DirceuAs declarações desse general... As declarações desse general (nota acima) constituem desobediência e indisciplina perante às normas militares que proíbem seus integrantes de fazerem manifestações políticas, mas não é a primeira vez que militares afrontam a lei, a Constituição e a autoridade do presidente da República - o comandante e chefe das Forças Armadas - sem que nada aconteça. Há muito tempo está claro que as Forças Armadas não foram reformadas dentro do espírito e da lei constitucional de 1988. Ainda que vivam formalmente submetidas à Constituição e ao poder civil, profissional e disciplinadamente, na prática, vivem à margem e à parte da redemocratização do país.Nem mesmo o Ministério da Defesa merece esse nome, porque os militares é que controlam seus orçamentos, decidem o que e como fazer e são insubordinados à Constituição e à autoridade civil. E agora não temos dúvida, mantêm um controle férreo sobre a educação e o ensino e continuam a cultivar a ideologia que levou à ditadura e a justificá-la, inclusive não aceitando a verdade histórica sobre os mortos e desaparecidos. É como se estivessem esperando o momento para de novo intervir na vida constitucional do país, a pedidos ou por iniciativa própria. No fundo, revelam uma certa covardia, já que o general na ativa não teve a ousadia de pregar seu saudosismo pela ditadura. Manifestações como a desse general só comprovam a necessidade de se concluir a redemocratização do país, desencadeando um processo que leve à reforma dos currículos militares; a esclarecer, de uma vez por todas, a verdade sobre os mortos e desaparecidos; à aprovação de uma nova lei sobre os crimes da ditadura; e à submissão, de fato, dos militares ao poder civil, dando ao Ministério da Defesa os poderes, ainda em mãos dos comandantes militares, sobre orçamento e decisões estratégicas relativas às Forças Armadas. Sem isso, a semente da intervenção militar e da ditadura continuará a germinar e a crescer.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

THAT'S THE GUY!

É...

"That's the guy" (este é o cara) foi a frase inicial de Obama. Observe a sutileza desta frase. Se ele tivesse dito This is the man (este é o homem) o sentido seria completamente diferente. Nos Estados Unidos esta palavra guy (no sentido de cara porque tem outros significados de acordo com o sentido da frase) é usada frequentemente pela malandragem e tem um sentido pejorativo. Quando alguém diz "aquele é o cara", o interlocutor sabe que ele pode estar querendo dizer "aquele é o filho da puta". Este é o linguajar do Harlem novayorquino e guy pode significar várias coisas, inclusive filho da puta mesmo!

Lula, você é o cara ! Você é o cara que esteve por dois mandatos à frente desta nação e não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca.


Você é o cara que mais teve amigos e aliados envolvidos da cueca ao pescoço em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquema.

Você é o cara que conseguiu inchar o estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que era. Você é o cara que mais viajou como presidente deste país, tão futilmente e à nossa custa.

Você é o cara que aceitou todas as ações e humilhações contra o Brasil e os brasileiros diante de Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e outros. Você é o cara que, por tudo isso e mais um monte de coisas, transformou este país em um lugar libertino e sem futuro para quem não está no grande esquema.

Você é o cara que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais se negando, por exemplo, a extraditar um criminoso para um país democrático que o julgou e condenou democraticamente; você é o cara que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha.

Você é o cara que está transformando o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o bolsa família, com as indenizações imorais do "bolsa terrorismo", com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de uma bando de bandidos e vagabundos que manipulam alguns verdadeiros colonos...

É, Lula! Você é o cara...de pau mais descarado que o Brasil já conheceu
!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Justiça decide que ex-PM de São Paulo pode incluir seu parceiro em sistema de previdência social

Continência
7/5/2009
Um subtenente reformado da Polícia Militar de São Paulo conseguiu na Justiça o direito de incluir seu parceiro como beneficiário na Caixa Beneficente, espécie de previdência social. De acordo com o jornal"Folha de São Paulo", o PM Antonio Módulo Sobrinho, 68, vinha lutando desde 2006 para que seu companheiro, o ex-detetive particular Guilherme Mallas Filho, 56, fosse aceito no sistema que, pelas regras atuais, só atende mulheres de policiais no caso de morte. Com a decisão, abre-se o precedente para que outros companheiros de policiais gays ou femininas sejam incluídos no benefício. Antonio Sobrinho e Guilherme Mallas Filho estão juntos há cerca de 40 anos.

Raposa Serra do Sol

É, de novo, tragédia anunciada, como há quase 20 anos, quando se dizia, na pré-eleição de Collor, que haveria um desperdício enorme de terras, porque aquela gente toda que recebia do INCRA um pedaço de chão, nem sempre estava preparada para zelar pela oferta. Havia um deputado que sempre se apresentava montado num cavalo branco e era da UDR, se não me engano. Ele batia duro nessa questão e, apesar dos exageros e da estilização do camarada, claramente recorrente aos fazendeiros brancos bem nascidos, eu até simpatizava com o discurso dele. Agora é a Raposa Serra do Sol. Vou deixar aqui registrado: não demora e as etnias que ali vivem, literal e sempre em pé-de-guerra, vão se engalfinhar e homem branco será culpado da desgraça, preferivelmente fardado, claro. E olhe que os canais de irrigação ainda não secaram, por conta da chuvarada no país inteiro. Deixa perder o arroz que não for colhido, secarem os canais e vir a escassez de alimento e vamos ver se tinham razão os ministros do STF autores da estapafúrdia decisão (excluo o Min Marco Aurélio Melo merecidamente), ou todos aqueles que lutaram para que realmente pudesse valer ao menos o slogan do governo: Brasil, um país de todos. Todos?
Sandra Paulino

terça-feira, 5 de maio de 2009

Muçulmanos egípcios utilizam a gripe suína como pretexto para perseguir cristãos

Fábio Lins 02 Maio 2009 Artigos - Religião
A violência islâmica contra cristãos é recorrente no Egito.
No Egito, os cristãos coptas vivem predominantemente dos negócios relacionados à criação de porcos. Apesar do nome, a gripe suína não foi detectada em porcos ainda em lugar nenhum do mundo. Entretanto, os muçulmanos do Egito, que consideram o porco um animal impuro, decidiram perseguir os cristãos utilizando como pretexto o extermínio preventivo de suas criações de suínos, o que os priva de seu trabalho e fonte de renda, efetivamente destruindo suas vidas. A campanha tem origem no governo e tem sido apoiada pela mídia que espalha superstições e desinformação sobre os porcos espalharem a doença, a despeito de, reiterando, ser fato conhecido que nenhum animal jamais foi encontrado contaminado. Mesmo assim, o objetivo do governo muçulmano é destruir todas as 400 mil cabeças do gado suíno egípcio.
Segundo líderes cristãos coptas que evidentemente desejam manter seu nome em segredo, a medida tem o objetivo de privar os cristãos de suas rendas, tendo já retirado de alguns milhares de cristãos o seu ganha-pão.Além disso, segundo as mesmas fontes, a campanha é utilizada também como outras formas de perseguição. Pontos de blitz foram localizados nas regiões onde vivem os coptas para "impedir" que tentem transferir os porcos para esconderijos. Os muçulmanos exigem inclusive que os cristãos dispam-se completamente alegando que poderiam estar escondendo porcos embaixo da roupa, ou seja, buscando apenas humilhá-los.
A violência islâmica contra cristãos é recorrente no Egito. Um dos casos mais proeminente ocorreu em 2007 quando muçulmanos atacaram cristãos coptas e suas lojas, incendiando-as. O motivo que incitou a violência: os cristãos desejavam construir uma paróquia. O governo egípcio exige uma pesada burocracia para a construção ou aumento de paróquias, exigindo inúmeras licenças. Todo e qualquer ofício necessita de permissão estatal e os cristãos não podem ocupar cargos de relevância no governo, exército ou na educação.
Os coptas traçam sua origem aos tempos dos apóstolos. O movimento monástico do primeiro milênio teve nos pais do deserto egípcio muitos dos seus principais nomes, incluindo Santo Antoun ("transcrito como "Antão", uma forma anterior de "Antônio"), considerado o pai do monasticismo. Um dos momentos de destaque internacional da religiosidade copta nos últimos anos foram as aparições públicas de Nossa Senhora (http://www.zeitun-eg.org/zeitngal.htm), por vários meses e mesmo com fotografias, em uma igreja na área de Zeitoun, subúrbio de Cairo, o que levou a muitas conversões, mesmo de muçulmanos. Para mais informações sobre a aparição, assista aos documentários:http://www.youtube.com/watch?v=Fbg65NK_wGI&feature=channel_page, http://www.youtube.com/watch?v=pjSheMRUxbY&feature=channel_page, http://www.youtube.com/watch?v=dVXEh4Jzs2s.Fonte: World Daily Net Newshttp://wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=96661

ostensivo porte de armas por ambientais federais fiscais

Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
DECRETO Nº 6.817, DE 7 DE ABRIL DE 2009.

Acresce parágrafo ao art. 34 do Decreto no 5.123, de 1o de julho de 2004, que regulamenta a Lei no 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição e sobre o Sistema Nacional de Armas - SINARM.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei no 10.826, de 22 de dezembro de 2003,
DECRETA:
Art. 1o O art. 34 do Decreto no 5.123, de 1o de julho de 2004, passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo:
§ 6o A vedação prevista no parágrafo 5o não se aplica aos servidores designados para execução da atividade fiscalizatória do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Instituto Chico Mendes.” (NR)
Art. 2o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação
Brasília, 7 de abril de 2009; 188º da Independência e 121º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Pedro Vieira Abramovay
Izabella Mônica Vieira Teixeira

Este texto não substitui o publicado no DOU de 8.4.2009

segunda-feira, 4 de maio de 2009

O Brasil nunca pertenceu aos índios

É como eu sempre digo: nesse país, quem tem visão tem que ter os olhos arrancados!

E fica a pergutna: por quê estou publicando opinião de um ano atrás?

Sandra Paulino



Quem quiser se escandalizar, que se escandalize. Quero proclamar, do fundo da alma, que sinto muito orgulho de ser brasileira. Não posso aceitar a tese de que nada tenho a comemorar nestes quinhentos anos. Não agüento mais a impostura dessas suspeitíssimas ONGs estrangeiras, dessa ala atrasada da CNBB e dessas derrotadas lideranças nacional-socialistas que estão fazendo surgir no Brasil um inédito sentimento de preconceito racial.
Para começo de conversa, o mundo, naquela manhã de 22 de abril de 1500, era completamente outro. Quando a poderosa esquadra do almirante português ancorou naquele imenso território, encontrou silvícolas em plena idade da pedra lascada. Nenhum deles tinha noção de nação ou país. Não existia o Brasil.
Os atuais compêndios de história do Brasil informam, sem muita base, que a população indígena andava por volta de cinco milhões. No correr dos anos seguintes, segundo os documentos que foram conservados, foram identificadas mais de duzentos e cinqüenta tribos diferentes. Falando mais de 190 línguas diferentes. Não eram dialetos de uma mesma língua. Eram idiomas próprios, que impediam as tribos de se entenderem entre si. Portanto, Cabral não conquistou um país. Cabral não invadiu uma nação. Cabral apenas descobriu um pedaço novo do planeta Terra e, em nome do rei, dele tomou posse.
O vocabulário dos atuais compêndios não usa a palavra tribo. Eles adotam a denominação implantada por dezenas de ONGs que se espalham pela Amazônia, sustentadas misteriosamente por países europeus. Só se fala em nações indígenas.
Existe uma intenção solerte e venenosas por trás disso. Segundo alguns integrantes dessas ONGs, ligados à ONU, essas nações deveriam ter assento nas assembléias mundiais, de forma independente. Dá para entender, não? É o olho na nossa Amazônia. Se o Brasil aceitar a idéia de que, dentro dele, existem outras nações, lá se foi a nossa unidade.
Nos debates da Constituinte de 88, eles bem que tentaram, de forma ardilosa, fazer a troca das palavras. Mas ninguém estava dormindo de touca e a Carta Magna ficou com a palavra tribo. Nação, só a brasileira.
De repente, os festejos dos 500 anos do Descobrimento viraram um pedido de desculpas aos índios. Viraram um ato de guerra. Viraram a invasão de um país. Viraram a conquista de uma nação. Viraram a perda de uma grande civilização.
De repente, somos todos levados a ficar constrangidos. Coitadinhos dos índios! Que maldade! Que absurdo, esse negócio de sair pelos mares, descobrindo novas terras e novas gentes. Pela visão da CNBB, da CUT, do MST, dos nacional-socialistas e das ONGs européias, naquela tarde radiosa de abril teve início uma verdadeira catástrofe.
Um grupo de brancos teve a audácia de atravessar os mares e se instalar por aqui. Teve e audácia de acreditar que irradiava a fé cristã. Teve a audácia de querer ensinar a plantar e a colher. Teve a audácia de ensinar que não se deve fazer churrasco dos seus semelhantes. Teve a audácia de garantir a vida de aleijados e idosos.
Teve a audácia de ensinar a cantar e a escrever.
Teve a audácia de pregar a paz e a bondade. Teve a audácia de evangelizar.
Mais tarde, vieram os negros. Depois, levas e levas de europeus e orientais. Graças a eles somos hoje uma nação grande, livre, alegre, aberta para o mundo, paraíso da mestiçagem. Ninguém, em nosso país pode sofrer discriminação por motivo de raça ou credo.
Portanto, vamos parar com essa paranóia de discriminar em favor dos índios. Para o Brasil, o índio é tão brasileiro quanto o negro, o mulato, o branco e o amarelo. Nas nossas veias correm todos esses sangues. Não somos uma nação indígena. Somos a nação brasileira.
Não sinto qualquer obrigação de pedir desculpas aos índios, nas festas do Descobrimento. Muitos índios hoje andam de avião, usam óculos, são donos de sesmarias, possuem estações de rádio e TV e até COBRAM pedágio para estradas que passam em suas magníficas reservas. De bigode e celular na mão, eles negociam madeira no exterior. Esses índios são cidadãos brasileiros, nem melhores nem piores. Uns são pobres. Outros são ricos. Todos têm, como nós, os mesmos direitos e deveres. Se começarem a querer ter mais direitos do que deveres, isso tem que acabar.
O Brasil é nosso. Não é dos índios. Nunca foi.


Sandra Cavalcanti

OPERAÇÃO UPATAKON 3

A que ponto chegamos! Tiraram Quartiero de sua terra, tomaram-lhe todos os bens e ainda querem que empreste o maquinário para a colheita? E esse pessoal da Justiça e Polícia Federal? O direito ao trânsito em julgado de qualquer decisão não vigora por lá? Sandra Paulino



02/05/2009
Resignado, Quartiero deixa reserva


Quartiero aguardou tropas federais sentado em um banco de madeira ao lado de entulhos
ANDREZZA TRAJANO


Um dia após o prazo estabelecido pela Justiça para saída espontânea, o rizicultor Paulo César Quartiero deixou ontem a terra indígena Raposa Serra do Sol, ao norte de Roraima, onde por duas décadas cultivou arroz irrigado.
Polêmico como sempre, a saída dele envolveu cerca de 25 policiais – entre agentes da Polícia Federal (PF) e soldados da Força Nacional de Segurança (FNS) - e precisou ser intermediada pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Jirair Meguerian, responsável pela medida de desocupação imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Quartiero foi submetido à execução forçada da sentença, uma vez que se negou a deixar a reserva até o dia 30 de abril, como estipulou a Corte. Ele foi encontrado pelos policiais por volta das 10h30, no interior da fazenda Providência, a 150 quilômetros da Capital, que até ontem era uma de suas propriedades.
Estava sozinho, sentado em um banco debaixo de um pé de manga. Passou a madrugada junto com funcionários demolindo as estruturas físicas da fazenda. Não sobrou nada. Materiais reaproveitáveis foram levados para a usina de beneficiamento de arroz no Distrito Industrial, em Boa Vista. O gado foi levado para uma área arrendada também na Capital.
Ao ser informado pelo coordenador executivo da Operação Upatakon 3, delegado Nelson Kneip, que deveria deixar a área indígena imediatamente, ele exigiu a apresentação de uma ordem judicial. “Se houver uma determinação judicial eu saio, agora na conversa, não. Meu interlocutor não é o senhor nem a Funai, mas a Justiça. Não aceito ser colocado para correr feito cachorro”, polemizou o arrozeiro.
Depois de adverti-lo três vezes, Kneip decidiu lavrar um auto de resistência e suspendeu a diligência para comunicar o fato ao desembargador. Meguerian estava no Lago Caracaranã, em Normandia, tentando negociar a saída pacífica de dois produtores idosos. Pela decisão do STF, qualquer desocupação forçada tem que ser autorizada pela Justiça.
Depois de sete horas, Meguerian chegou à fazenda Providência a bordo de um helicóptero do Exército, acompanhado de dois juízes federais e representantes do Ministério Público Federal (MPF) e da Advocacia-Geral da União (AGU), além do deputado federal Márcio Junqueira (DEM).
Durante esse intervalo até a chegada das autoridades, o rizicultor fez duras críticas aos órgãos envolvidos no processo de desocupação. Proferiu ofensas e ironizou a situação que se encontrara. Nem a comitiva de autoridades escapou das palavras do produtor.
Mesmo assim, o presidente do TRF optou pelo diálogo e conseguiu selar um acordo. Diante da exigência do produtor, redigiu a mão um mandado de desocupação. No documento, ele informou a decisão do Supremo que manteve a demarcação da reserva em área contínua e que a execução da medida era imediata, independente de publicação de acórdão. Também apontou a existência de arroz plantado que, segundo Quartiero, representa 400 hectares. O arroz ficou sob a responsabilidade de órgãos da União.
Ao ser informado por Jirair Meguerian que a Justiça poderá requisitar equipamentos agrícolas dele para colher o arroz – a colheita inicia na próxima quarta-feira, 06, e encerra dentro de uma semana – Quartiero reclamou.
“Vocês estão levando tudo de mim, minha fazenda, meu arroz e agora querem minhas máquinas? Não querem também levar minha mulher e filhos?”, ironizou, ao mesmo tempo ameaçando tocar fogo nas máquinas ao invés de cedê-las à Justiça.
“Esses técnicos da Conab [Companhia Nacional de Abastecimento] não vão saber colher meu arroz que é irrigado, diferente de outro tipo. Vão quebrar meus equipamentos e sei que não serei indenizado por isso. Deixe-me ficar até a colheita”, pediu ele ao desembargador, ouvindo um “não posso” como resposta.
Depois de assinar o acordo ao final do dia, que não previu o empréstimo das máquinas, as autoridades foram embora. Quartiero saiu andando em direção ao portão principal da fazenda, ao lado do deputado Márcio Junqueira, que decidiu acompanhá-lo na desocupação.

COMO ESSA GENTE MENTE...

O MINISTRO E A MENTIRA

Há inúmeras definições de chefe, mas a que parece mais apropriada é a doGeneral LAFONT (Gen Francês, na 2ª. Guerra Mundial) quando afirma: "Chefe éaquele que sabe ter autoridade e tomar suas responsabilidades". "De modonenhum necessita de plumas na cabeça, de ´amarelos` a todo corpo; nem demuitos diplomas ou graus universitários". "Mas é indispensável que sejahomem de caráter". LAFONT quis dizer que necessitamos do CHEFE sóbrio, que fale a verdade edefenda a INSTITUIÇÃO. Aparecer nas páginas dos jornais, buscar os faróisdas TV e fazer afirmativa não verdadeira desqualifica qualquer CHEFE,particularmente se ministro da Defesa.

No dia 13 de abril de 2009, na Folha de São Paulo, o atual Ministro daDefesa escreveu um artigo intitulado: "DEFESA, DEMOCRACIA EDESENVOLVIMENTO". Nas suas linhas procura mostrar a excelência da novaEstratégia Nacional de Defesa. Para isto falta com a Verdade quando afirma:"Em 1988, a nova Constituição determinou que a atuação militar na garantiada lei e da ordem só poderia ocorrer mediante sua convocação pelos poderesconstituídos, e não mais por decisão própria das instituições castrenses,como se entendia desde a Constituição de 1891". Esta afirmativa doMinistro é falsa, por uma razão muito simples: porque não constava nostextos constitucionais. As Forças Armadas nunca agiram por sua livre e espontânea Vontade nagarantia da lei e da ordem. Sempre agiram dentro da lei ou por ordem dopresidente da República. A política de intervenção no governo Hermes tinhaa figura de Pinheiro Machado. O governo Bernardes viveu com o estado desítio e o apoio das Forças Armadas e é bom que se diga que as cartasfabricadas o foram por civis falsificadores e politiqueiros. 1930 não éobra de Intervenção Armada e sim de traições de políticos que viviam noPalácio. 1932, 1935, 1937 e 1945 não são obras de militares e sim depolíticos de maneira geral.

A morte de Getúlio é obra de seus falsos amigos. O ministro precisa lerCHATÔ e a autobiografia de Samuel Wainer. Não foram as Forças Armadas quemandaram Jânio para São Paulo e sim sua loucura e irresponsabilidade. Omundo todo sabia da mediocridade de Jango. Governou em crise que ele criou.Quem fez desencadear a contra revolução de 1964 foram os políticos -LACERDA, MAGALHÃES PINTO, ADEMAR DE BARROS e o povo brasileiro que foi àrua, com mais de 500 mil pessoas, lideradas pelas bravas mulheres de S.Paulo exigindo o fim do governo Goulart. Não foram as FFAA que saíram jogando bomba e matando gente, seqüestrandoembaixadores, assaltando bancos ou cofres com dólares, promovendo revoluçãode sargentos e levando nos braços almirante sem moral. Elas, por ordem dospresidentes da República, restabeleceram a ordem e muitos de seuscomponentes morreram na defesa da Democracia, e muitos dos criminosos quepraticaram os crimes acima são colegas do atual Ministro da Defesa. DEFESA - DEMOCRACIA - DESENVOLVIMENTO sempre estiveram entre osobjetivos das Forças Armadas e dos seus chefes. O MINISTRO DA DEFESA develembrar-se de que, durante os governos ditos militares, o lemaDESENVOLVIMENTO COM ORDEM E PROGRESSO foi seguido com determinação e êxito.Naquele período se trabalhava, com dedicação ao País e não para proveitopessoal e não se roubava. A Defesa do Brasil foi e é o apanágio das Forças Armadas. DEMOCRACIA foi eé o que elas defendem. Nunca falsificaram Constituição, nem roubaram eroubam como no governo de que o ministro faz parte. Desenvolvimento são,inclusive, ESCOLAS como o IME e o ITA, ESCOLAS DE EXCELÊNCIA, que formamtécnicos da mais alta qualidade mas que são, também, verdadeiros CIDADÃOS aserviço da PÁTRIA. E mais: nas escolas militares, ensina-se a VERDADE eabomina-se a MENTIRA. VIVA A VERDADE! MINISTRO: NÃO FUJA A ELA; É DEPRIMENTE, É FEIO!

COMO SE DECOMPÕE UMA NAÇÃO

É... ENQUANTO O HOMEM NÃO SE SUBMETER COMPLETAMENTE A DEUS, CEIFARÁ O QUE PLANTAR.
ZERO HORA, 26 de abril de 2009
Percival Puggina
Em seu relatório de 2008, a International Transparency situa o Brasil em80º lugar, com nota
3,5 sobre 10, no ranking da corrupção. Estamosnivelados com Burkina Faso, Marrocos, Arábia Saudita e Tailândia. Perdemosaté para a Namíbia, Tunísia e Gana, países onde as práticas sãoconsideradas mais corretas do que aqui. É constrangedor o que o mundo pensade nós! Estou convencido, caro leitor, de que temos a obrigação moral deenfrentar essa pauta, refletindo sobre a realidade que os números refletem.É intenção deste artigo, portanto, identificar o que nos conduz a tãolamentável reconhecimento mundial.Em contradição com a opinião de muitos, penso que o povo brasileiro é deboa índole. Nossa gente, em sua imensa maioria, tende a agir bem. Mas vemsendo submetida, essa boa gente, de modo sistemático, a uma estratégiaperversora, cujo longo e tenebroso roteiro pode ser agrupado nos quatroconjuntos de ações que exemplifico a seguir, sem esgotar a pauta:1. Ações pelo império do "politicamente correto". Elas envolvem tolerartudo, sempre, exceto a opinião do Papa. Combater a disciplina e jamaisdizer "não" a si mesmo. Rejeitar a noção de limites. Inibir o exercício daautoridade nas famílias, escolas, instituições públicas e privadas.Abrandar as penas, tornar morosos os processos. Instaurar o império daimpunidade. Assumir, como critério de juízo, a ideologia segundo a qual asvítimas da criminalidade são socialmente culpadas, ao passo que os bandidossão inocentes porque a sociedade os obriga a ser como são (tese do Marcolaque coincide com o espírito da última Campanha da Fraternidade). Matreiro,Macunaíma, o herói sem caráter, piscará o olho.2. Ações contra a identidade nacional. Elas envolvem reescrever a históriado Brasil de modo a promover a cultura do ajuste de contas, da vingança edo resgate imediato de dívidas caducas. Denegrir o passado, borrar a imagemdos nossos grandes vultos, construir estátuas para bandidos e exibir, comonovos modelos da nacionalidade, os peitos e bundas dos heróis e heroínas doBBB. Macunaíma esboçará um sorriso. 3. Ações contra a alma e a consciência das pessoas. Elas envolvem rejeitar,combater e, quando isso for inútil, tornar irrelevante a idéia de Deus.Sustentar que pecado é conceito medieval e que coisas como bem e mal sãomuito relativas, dependentes dos pontos de vista e da formação de cada um.Declarar obsoletos o exame de consciência, a coerência com a verdade e aretificação das condutas. Aceitar como válido que o erro de um sirva parajustificar o erro de outro. Canonizar o deboche e debochar da virtude.Combater a Igreja desde fora, pela via do ateísmo militante, e desdedentro, invadindo os seminários com literatura marxista. Macunaíma rirá seuriso desalmado.4. Ações contra a virtude. Elas envolvem atacar a instituição familiar,ambiente essencial à transmissão dos valores e assemelhá-la a uma coisaqualquer. Tornar abundante a vulgaridade. Servir licenciosidade e erotismoà infância e colocar a maior autoridade do país a distribuir camisinhas nocarnaval. Evidenciar a inutilidade da Lei, tornando nítido, por todos osmeios, que uns estão acima dela, que outros, sem quaisquer consequências,vivem fora dela e que outros, ainda, são credores do direito de adescumprir. Macunaíma, o herói sem caráter, rolará no chão, às gargalhadas.ZERO HORA, 26 de abril de 2009

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